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segunda-feira, 2 de abril de 2018
sexta-feira, 30 de março de 2018
Modelo fotografia 2 anos-Sociologia da Cidade
E.
E. Jardim Iguatemi
Georg
Simmel e o Estrangeiro:
Bairro
São Miguel
Professor Orientador: Rômulo Fernando
Nome: Luiz Paulo
Lima n: 01 3 º A
Período: Manhã
Fotografia 1: Bairro São Miguel Paulista
Legenda: Retirada no dia 26-07 de manhã. Retrata uma mesquita
próximo ao centro de São Miguel
“Não se usa aqui, destarte, a noção de estrangeiro no sentido
habitual, em relação àquele que vem hoje e amanhã se vai, mas como o que vem
hoje e amanhã pode permanecer – porque era possível se mover e, embora não siga
adiante, ainda não superou completamente o movimento do ir e vir. Fixo dentro
de um determinado raio espacial, onde a sua firmeza transfronteiriça” Trecho do
Simmel
Considerações e
Conclusão do Grupo
Observamos a falta da atenção em relação à cidade, procuramos trazer
aspectos interessantes da história da Zona Leste e de seu próprio bairro. A
principio, pensamos...
Os alunos devem
escolher no mínimo 2 desses itens para escrever
aqui:
11-
Como
foi selecionar as fotos e o porquê foram selecionadas
2-
Quais
foram as idéias expostas ou exemplificadas pelas fotos
3-
Quais
foram [as dificuldades ou facilidades em fazer o Trabalho]
4-
Como
as fotografias ampliaram o olhar sociológico do grupo
5-
Qual
era a visão anterior do bairro e posterior do bairro
6-
Como
foi fazer um trabalho escolar com a Fotografia acadêmica e artistica
quarta-feira, 28 de março de 2018
Georg Simmel -Texto
Link para texto integral:
http://paginas.cchla.ufpb.br/grem/SIMMEL.O%20estrangeiro.Trad.Koury.rbsedez05.pdf
Texto Resumido para Leitura:
George Simmel e o Estrangeiro
Se
o mover for o contraste conceptual do fixar-se, com a liberdade em relação a
cada ponto dado do espaço, então, a forma sociológica do “estrangeiro”
representa, não obstante, e até certo ponto, a unidade de ambas as disposições.
Revela também, certamente, que as relações concernentes ao espaço são, por um
lado, apenas, a condição e, por outro, o símbolo das relações entre os seres
humanos. Não se usa aqui, destarte, a noção de estrangeiro no sentido habitual,
em relação àquele que vem hoje e amanhã se vai, mas como o que vem hoje e
amanhã pode permanecer – porque era possível se mover e, embora não siga
adiante, ainda não superou completamente o movimento do ir e vir. Fixo dentro
de um determinado raio espacial, onde a sua firmeza transfronteiriça poderia ser
considerada análoga ao espaço, a sua posição neste é determinada largamente
pelo fato de não pertencer imediatamente a ele, e suas qualidades não podem
originar-se e vir dele, nem nele adentrar-se. A unidade de proximidade e de
distância que contêm cada relação entre os seres humanos, então, pode ser o
mais resumidamente possível assim formulada: a distância nas relações significa
que o próximo está remoto, e o ser estrangeiro ou o estranho, contudo, seria
aquele que se encontra mais perto do distante. Porque é um elemento natural de
relações completamente positivas e, também, porque é uma forma de interação
específica. Nesse sentido, os habitantes de Sirius não nos são realmente
estrangeiros, pelo menos, não no sentido da palavra enquanto categoria sociológica.
Os Sirius, porém, não existem absolutamente para nós, eles se colocam para nós
a partir de uma distância e, de forma estrita, estão além. O estrangeiro,
contudo, é também um elemento do grupo, não mais diferente que os outros e, ao
mesmo tempo, distinto do que consideramos como o "inimigo interno". É
um elemento do qual a posição imanente e de membro compreendem, ao mesmo tempo,
um exterior e um contrário.
Quando, por exemplo, se deslocam
no estrangeiro, ou em um ambiente a eles estranho, para comprar suas
necessidades, eles não se consideram diferentes dos comerciantes
"estrangeiros". O comerciante, então, não precisa ser visto como um
estrangeiro, mas sim, o comércio é visto, apenas, como uma ocasião de
existência. A posição de estrangeiro, no entanto, se intensifica fixamente na
consciência, se alguém liga o estranho a sua atividade. A atividade, desta
forma, se fixa nele. Em inumeráveis casos, também, isto só será possível, se o
estranho viver no comércio como intermediário. Em um meio econômico fechado, de
uma maneira ou de outra, com o terreno e o solo repartidos, é o artesanato que
atribuirá agora, também, a possibilidade do comerciante vir a ser suficiente,
dando ao comerciante em particular uma dada existência. Isto porque apenas o
comércio permite combinações ilimitadas, nele se encontram, ainda, os caminhos
para a sua extensão e para novas fixações que possuiriam um difícil êxito junto
aos primeiros produtores, quer por sua menor mobilidade, quer por sua apreensão
sobre uma única clientela, que cresce lenta e pesadamente. O comércio, por seu
turno, pode acolher sempre mais homem do que a produção primária, e é o setor
indicado para o estrangeiro que penetra, até certo ponto, como um extra em um
círculo determinado. Círculo este, onde as posições econômicas já se encontram
plenamente ocupadas. O exemplo clássico deste processo nos é dado através da
história dos judeus europeus. O estrangeiro por sua natureza não é proprietário
do solo, e o solo não é somente compreendido no sentido físico, neste caso,
mas, também, como uma substância delongada da vida, que não se fixa em um
espaço específico, ou em um lugar ideal do perímetro social. Nas relações mais
íntimas de pessoa a pessoa, também, todas as atrações e significâncias
possíveis no cotidiano das experiências simbolizadas podem revelar o
estrangeiro. O estrangeiro é sentido, então, precisamente, como um estranho,
isto é, como um outro não "proprietário do solo". Esta informação dá
o caráter simbólico da mobilidade do estrangeiro no processo de intermediação
comercial e, freqüentemente, o encasula em uma espécie, na pura arte da
transação monetária. Este é um processo que ocorre no interior de um grupo
circunscrito, que vivencia a síntese da proximidade e da distância, e que
constitui e estabelece a posição formal do estrangeiro no socialmente
circunscrito. O estrangeiro é visto e sentido, então, de um lado, como alguém
absolutamente móvel. Como um sujeito que surge de vez em quando através de cada
contato específico e, entretanto, singularmente, não se encontra vinculado
organicamente a nada e a ninguém, nomeadamente, em relação aos estabelecidos
parentais, locais e profissionais.
Esta
constelação de sentidos em relação ao estrangeiro, me parece, agora, possuir
uma predominância de princípio extraordinária sobre os indivíduos para ser
possuidora, apenas, de relacionamento na questão concernente a um campo comum
referenciado. O estrangeiro parece próximo, na medida em que a ele o outro da
relação se iguala em termos de cidadania, ou em termos mais social, em função
da profissão, criando laços internos entre as partes inter-relacionadas. O
estrangeiro parece mais distante, por outro lado, na medida em que esta
igualdade conecta apenas os dois da relação de forma abstrata e geral, não
havendo assim laços de pertença. Também nas relações mais estreitas, uma
acepção de estranhamento vem também facilmente. Vários aspectos gerais das
relações eróticas rejeitam resolutamente este pensamento de generalização face
ao estágio da primeira paixão: um tipo de amor como este certamente não
produziu, ainda, o sentimento de unicidade em relação à pessoa querida, que o
levasse a uma possibilidade de comparação. Uma alienação mantém-se, assim, como
causa, ou como conseqüência, e é duramente categórico: no momento do começar,
as relações de unicidade desaparecem. Um ceticismo contra o valor individual em
si e em relação ao nós parece unir-se à experiência presente no pensamento,
efetuando, por último, apenas um destino humano no geral com o outro da
relação, ou ainda, se um, por azar, não tivesse encontrado precisamente esta
outra pessoa da relação erótica, uma outra qualquer teria ganho de forma
diferente a mesma importância para esse eu à procura de relação e conhecimento.
Entre estes dois elementos em
contato cria-se, no entanto, a consciência de haver conjuntamente uma tensão
específica, ou geral e difusa, e mais precisamente, da existência de algo não
comum, embora afável a um determinado acento específico, e possível de promover
as relações desejadas. Este é, contudo, o caso de um país, de uma cidade, de
etnias estranhas, ou outros tipos vários e, de forma alguma, se refere a
questões individuais, porém, a uma estranha, difusa e abstrata origem, que
seria comum a muitos estrangeiros ou, talvez, que poderia ser. Nestes termos,
os estranhos não são tomados como indivíduos, mas como estrangeiros de um certo
tipo socialmente definido. A distância em relação a ele não é mais abstrata e
geral, se baseia agora em elementos socialmente objetivados em relação aos
quais se dão às possibilidades de proximidade. Esta configuração encontra-se,
por exemplo, em um caso também especial, o do imposto judeu medieval, em
Frankfurt, mas exigido de outro modo, na base da sociedade. Enquanto o tributo
pago pelos cidadãos cristãos variava com a classe de contribuição em relação ao
estado de fortuna individual, o imposto para cada judeu específico era
determinado de uma só vez, independente da condição pessoal de cada indivíduo
específico. Esta sofisticação estava baseada no fato de o judeu não ter a sua
posição social como judeu, isto é, como responsável de certos conteúdos
materiais. Nos assuntos fiscais, cada cidadão era um proprietário de certa
fortuna, e o seu imposto podia seguir as mudanças desta. O judeu, contudo,
aparecia, principalmente, como um contribuinte judeu e, então, a sua posição
fiscal recebia um elemento invariável. Isto, mesmo, quando tais disposições
individuais, cuja individualidade era limitada pela irreversibilidade
invariavelmente rígida, saltavam aos olhos, os estrangeiros continuamente
continuavam a pagar impostos dispendiosos em relação aos cidadãos.
O estrangeiro, o estranho ao
grupo, é considerado e visto, enfim, como um não pertencente, mesmo que este
indivíduo seja um membro orgânico do grupo, cuja vida uniforme compreenda todos
os condicionamentos particulares deste social. O que não se parecia saber, até
agora, apenas, era designar diferentemente a unidade estranha desta posição, de
modo que se acumulava em certas massas de uma proximidade e certamente de uma
distância que caracteriza quantidades em cada relação, mesmo que em porções
específicas. Onde cada relação caracterizada induziria a uma tensão mútua nas
relações específicas, solidificando mais e mais as relações formais com
respeito ao considerado "estrangeiro", que dela resultam.
sexta-feira, 16 de março de 2018
quinta-feira, 8 de março de 2018
Xenofobia e Crise dos refugiados
https://pt.slideshare.net/romulofernandodasilva/xenofobia-e-crise-dos-refugiados
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domingo, 18 de fevereiro de 2018
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